Há pessoas que passam a vida a pedir ajuda aos santos todos que conhecem: "Ai Nossa Senhora de Fátima, ajude-me", "meu Deus, ajudai-me nesta hora tão difícil", etc, etc... e como continuam pela vida fora sem nunca desistir deste recurso, devo concluir que são efectivamente socorridas.
Tenho imensa curiosidade no tipo e forma de organização do "Olimpo", para conseguir acudir a toda esta gente, atempadamente.
Já pensei num sistema de benefícios e recompensas que dependam do número de casos socorridos com sucesso; num sistema de gestão de desgraças individuais e/ou colectivas, catalogadas segundo a dimensão da desgraça, a população-alvo, etc, que garanta o empenho dos ditos salvadores.
Uma coisa é certa: pelo aumento de desgraças, nenhum deles tem o emprego em perigo. Já pensei mesmo que uns especializam-se em fazer acontecer desgraças, outros em remediá-las, à sememlhança do que acontece com os vírus informáticos.
Então não haveria de ser o homem uma semelhança de Deus?!